Agora os funcionários entram em greve por não aceitarem o 1% de reajuste dado pelo prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira. Estamos a mais de 15 dias sem aulas, e não há nenhum sinal de que teremos mudanças nas resoluções tomadas pelo governo municipal.
A situação chega a ser bizarra, quando os responsáveis pelo executivo do município e do estado foram atuantes em oposição aos governos de épocas passadas, fazendo a greve como uma estratégia de luta.
Aos professores e agora, aos servidores, a greve não se mostra moeda de negociação.
Aos alunos, pêsames.
À Educação, mais atrasos diante de um quadro caótico.
terça-feira, 7 de abril de 2009
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